Não vivenciei antes um BB AOA. Só desta vez me senti atraída por o fazer. Gosto de procurar as minhas vivências ou experiências por mim própria. Estava céptica em conseguir integrar o BB pela mão e presença de terceiros.
Uma vez decidida, procuro entregar-me. Nunca tive más experiências neste capítulo porque nunca participei. Foi uma decisão espontânea sem grandes explicações. No entanto, sei que só a tomei por ter total confiança na Maria e entender que seria a pessoa certa para compreender a minha inabilidade ou incapacidade.
O motivo é: redimensionar-me. Por dentro. Aparentemente giro bem o meu invólucro. Mas sinto que posso crescer e avançar mais interiormente. Reduzi as expectativas ao mínimo. Abraçar árvores pareceu-me algo romântico no sentido popular do termo. Receei ‘gozar’ interiormente com essa prática. Esperava conseguir o ‘efeito de parque’: relaxamento e o prazer do convívio. Não levantei a fasquia. Aguardei até ao momento para perceber ao que ía.
O contacto com as árvores, a escolha do Choupal, o desejo de conhecer esta abordagem pela mão da Maria.
Experiência: Passei do cepticismo à integração dos desígnios do encontro. Surpreendi-me a mim própria. Esse estado trouxe-me bem estar. Deixei a estranheza de lado e consegui perceber como o contacto com a natureza e o nosso corpo/mente, contêm elementos, ferramentas que se podem articular, com treino e pela experimentação. E que formações como a BB AOA nos prestam um serviço importante ao nosso auto domínio e controlo, p.ex. do sofrimento.